"A VERDADEIRA HISTÓRIA DO NATAL"


OLÁ PESSOAL!
A NOSSA FORMATURA FOI UM SUCESSO.

O FIM DO ANO DE 2019 ESTÁ CHEGANDO... DESEJAMOS A TODOS UM LINDO NATAL,  COM MUITA SAÚDE, AMOR E PAZ NO CORAÇÃO E QUE TODOS NÓS TENHAMOS ATITUDES CHEIA DE COMPREENSÃO, COMPAIXÃO, COLABORAÇÃO, PARTICIPAÇÃO, SOLIDARIEDADE E QUE O ANO DE 2020 SEJA REPLETO DE SONHOS REALIZADOS.

                                                                 NATAL

"Para falar do Natal, não existem segredos, basta olhar para dentro de nós mesmos. No Natal, estamos propícios a amar mais, ter mais carinhos, ser mais solidários. É o que nos envolve, este Espírito Natalino. Mas vejamos o mundo num foco mais nítido - isso ocorre somente nesta época do ano. O nascimento de Jesus Cristo tem o poder de causar essa transformação em nós. Época em que surgem milhares de voluntários, pessoas fazendo seus donativos, pessoas se abraçando, trocando calor humano com seus entes queridos. Eu vejo muita gente se engrandecer diante desse espírito, mas eu somente tenho a perguntar: - Por que?

Porque essas coisas só ocorrem no mês de Dezembro? Será um mês sagrado? Será que é tão difícil sermos assim o ano inteiro? Todos os dias de nossas vidas, nós devemos amar uns aos outros, respeitar uns aos outros, sermos solidários. O mundo não funciona somente no Natal, as crianças não necessitam de carinho, apenas no Natal, os necessitados, não passam fome, não sentem frio apenas no Natal. Eu quero olhar o Mundo e poder ver isso todos os dias.

Se Deus me concedesse um desejo, desejaria que nascesse um Jesus Cristo todos os dias.
FERNANDA MOLINA

PARA FINALIZAR O ANO TROUXE UMA REPORTAGEM DA REVISTA  SUPER INTERESSANTE, QUE DEMONSTRA  COMO AS CULTURAS SE MODIFICAM E SE MISTURAM EM TODO O MUNDO E QUE NENHUMA É MELHOR  OU MAIS CORRETA QUE A OUTRA.FELIZ NATAL A TODOS.



A verdadeira história do Natal

A humanidade comemora essa data desde bem antes do nascimento de Jesus. Conheça o bolo de tradições que deram origem à festa.





Roma, século 2, dia 25 de dezembro. A população está em festa, em homenagem ao nascimento daquele que veio para trazer benevolência, sabedoria e solidariedade aos homens. Cultos religiosos celebram o ícone, nessa que é a data mais sagrada do ano. Enquanto isso, as famílias apreciam os presentes trocados dias antes e se recuperam de uma longa comilança.
Mas não. Essa comemoração não é o Natal. Trata-se de uma homenagem à data de “nascimento” do deus persa Mitra, que representa a luz e, ao longo do século 2, tornou-se uma das divindades mais respeitadas entre os romanos. Qualquer semelhança com o feriado cristão, no entanto, não é mera coincidência.
A história do Natal começa, na verdade, pelo menos 7 mil anos antes do nascimento de Jesus. É tão antiga quanto a civilização e tem um motivo bem prático: celebrar o solstício de inverno, a noite mais longa do ano no hemisfério norte, que acontece no final de dezembro. Dessa madrugada em diante, o sol fica cada vez mais tempo no céu, até o auge do verão. É o ponto de virada das trevas para luz: o “renascimento” do Sol.
Num tempo em que o homem deixava de ser um caçador errante e começava a dominar a agricultura, a volta dos dias mais longos significava a certeza de colheitas no ano seguinte. E então era só festa. Na Mesopotâmia, a celebração durava 12 dias. Já os gregos aproveitavam o solstício para cultuar Dionísio, o deus do vinho e da vida mansa, enquanto os egípcios relembravam a passagem do deus Osíris para o mundo dos mortos.
Na China, as homenagens eram (e ainda são) para o símbolo do yin-yang, que representa a harmonia da natureza. Até povos antigos da Grã-Bretanha, mais primitivos que seus contemporâneos do Oriente, comemoravam: o forrobodó era em volta de Stonehenge, monumento que começou a ser erguido em 3100 a.C. para marcar a trajetória do Sol ao longo do ano.
A comemoração em Roma, então, era só mais um reflexo de tudo isso. Cultuar Mitra, o deus da luz, no 25 de dezembro era nada mais do que festejar o velho solstício de inverno – pelo calendário atual, diferente daquele dos romanos, o fenômeno na verdade acontece no dia 20 ou 21, dependendo do ano. Seja como for, o culto a Mitra chegou à Europa lá pelo século 4 a.C., quando Alexandre, o Grande, conquistou o Oriente Médio. Centenas de anos depois, soldados romanos viraram devotos da divindade. E ela foi parar no centro do Império.
Mitra, então, ganhou uma celebração exclusiva: o Festival do Sol Invicto. Esse evento passou a fechar outra farra dedicada ao solstício. Era a Saturnália, que durava uma semana e servia para homenagear Saturno, senhor da agricultura. “O ponto inicial dessa comemoração eram os sacrifícios ao deus. Enquanto isso, dentro das casas, todos se felicitavam, comiam e trocavam presentes”, dizem os historiadores Mary Beard e John North no livro Religions of Rome (“Religiões de Roma”, sem tradução para o português). Os mais animados se entregavam a orgias – mas isso os romanos faziam o tempo todo.
E, enquanto isso, uma religião nanica que não dava bola para essas coisas crescia em Roma: o cristianismo.
Solstício cristão
As datas religiosas mais importantes para os primeiros seguidores de Jesus só tinham a ver com o martírio dele: a Sexta-Feira Santa (crucificação) e a Páscoa (ressurreição). O costume, afinal, era lembrar apenas a morte de personagens importantes. Líderes da Igreja achavam que não fazia sentido comemorar o nascimento de um santo ou de um mártir – já que ele só se torna uma coisa ou outra depois de morrer. Sem falar que ninguém fazia idéia da data em que Cristo veio ao mundo – o Novo Testamento não diz nada a respeito.
Só que tinha uma coisa: os fiéis de Roma queriam arranjar algo para fazer frente às comemorações pelo solstício. E colocar uma celebração cristã bem nessa época viria a calhar – principalmente para os chefes da Igreja, que teriam mais facilidade em amealhar novos fiéis. Aí, em 221 d.C., o historiador cristão Sextus Julius Africanus teve a sacada: cravou o aniversário de Jesus no dia 25 de dezembro, nascimento de Mitra. A Igreja aceitou a proposta e, a partir do século 4, quando o cristianismo virou a religião oficial do Império, o Festival do Sol Invicto começou a mudar de homenageado.
“Associado ao deus-sol, Jesus assumiu a forma da luz que traria a salvação para a humanidade”, diz o historiador Pedro Paulo Funari, da Unicamp. Assim, a invenção católica herdava tradições anteriores. “Ao contrário do que se pensa, os cristãos nem sempre destruíam as outras percepções de mundo como rolos compressores. Nesse caso, o que ocorreu foi uma troca cultural”, afirma outro historiador especialista em Antiguidade, André Chevitarese, da UFRJ.
Não dá para dizer ao certo como eram os primeiros Natais cristãos, mas é fato que hábitos como a troca de presentes e as refeições suntuosas permaneceram. E a coisa não parou por aí. Ao longo da Idade Média, enquanto missionários espalhavam o cristianismo pela Europa, costumes de outros povos foram entrando para a tradição natalina. A que deixou um legado mais forte foi o Yule, a festa que os nórdicos faziam em homenagem ao solstício. O presunto da ceia, a decoração toda colorida das casas e a árvore de Natal vêm de lá. Só isso.
Outra contribuição do norte foi a idéia de um ser sobrenatural que dá presentes para as criancinhas durante o Yule. Em algumas tradições escandinavas, era (e ainda é) um gnomo quem cumpre esse papel. Mas essa figura logo ganharia traços mais humanos.
Nasce o Papai Noel
Ásia Menor, século 4. Três moças da cidade de Myra (onde hoje fica a Turquia) estavam na pior. O pai delas não tinha um gato para puxar pelo rabo, e as garotas só viam um jeito de sair da miséria: entrar para o ramo da prostituição. Foi então que, numa noite de inverno, um homem misterioso jogou um saquinho cheio de ouro pela janela (alguns dizem que foi pela chaminé) e sumiu.
Na noite seguinte, atirou outro; depois, mais outro. Um para cada moça. Aí as meninas usaram o ouro como dotes de casamento – não dava para arranjar um bom marido na época sem pagar por isso. E viveram felizes para sempre, sem o fantasma de entrar para a vida, digamos, “profissional”. Tudo graças ao sujeito dos saquinhos. O nome dele? Papai Noel.
Bom, mais ou menos. O tal benfeitor era um homem de carne e osso conhecido como Nicolau de Myra, o bispo da cidade. Não existem registros históricos sobre a vida dele, mas lenda é o que não falta. Nicolau seria um ricaço que passou a vida dando presentes para os pobres. Histórias sobre a generosidade do bispo, como essa das moças que escaparam do bordel, ganharam status de mito. Logo atribuíram toda sorte de milagres a ele. E um século após sua morte, o bispo foi canonizado pela Igreja Católica. Virou são Nicolau.
Um santo multiuso: padroeiro das crianças, dos mercadores e dos marinheiros, que levaram sua fama de bonzinho para todos os cantos do Velho Continente. Na Rússia e na Grécia Nicolau virou o santo nº1, a Nossa Senhora Aparecida deles. No resto da Europa, a imagem benevolente do bispo de Myra se fundiu com as tradições do Natal. E ele virou o presenteador oficial da data.
Na Grã-Bretanha, passaram a chamá-lo de Father Christmas (Papai Natal). Os franceses cunharam Pére Nöel, que quer dizer a mesma coisa e deu origem ao nome que usamos aqui. Na Holanda, o santo Nicolau teve o nome encurtado para Sinterklaas. E o povo dos Países Baixos levou essa versão para a colônia holandesa de Nova Amsterdã (atual Nova York) no século 17 – daí o Santa Claus que os ianques adotariam depois. Assim o Natal que a gente conhece ia ganhando o mundo. Mas nem todos gostaram da idéia.


Natal fora-da-lei
Inglaterra, década de 1640. Em meio a uma sangrenta guerra civil, o rei Charles 1º digladiava com os cristãos puritanos – os filhotes mais radicais da Reforma Protestante, que dividiu o cristianismo em várias facções no século 16.
Os puritanos queriam quebrar todos os laços que outras igrejas protestantes, como a anglicana, dos nobres ingleses, ainda mantinham com o catolicismo. A idéia de comemorar o Natal, veja só, era um desses laços. Então precisava ser extirpada.
Primeiro, eles tentaram mudar o nome da data de “Christmas” (Christ’s mass, ou Missa de Cristo) para Christide (Tempo de Cristo) – já que “missa” é um termo católico. Não satisfeitos, decidiram extinguir o Natal numa canetada: em 1645, o Parlamento, de maioria puritana, proibiu as comemorações pelo nascimento de Cristo. As justificativas eram que, além de não estar mencionada na Bíblia, a festa ainda dava início a 12 dias de gula, preguiça e mais um punhado de outros pecados.
A população não quis nem saber e continuou a cair na gandaia às escondidas. Em 1649, Charles 1º foi executado e o líder do exército puritano Oliver Cromwell assumiu o poder. As intrigas sobre a comemoração se acirraram, e chegaram a pancadaria e repressões violentas. A situação, no entanto, durou pouco. Em 1658 Cromwell morreu e a restauração da monarquia trouxe a festa de volta. Mas o Natal não estava completamente a salvo.
Alguns puritanos do outro lado do oceano logo proibiriam a comemoração em suas bandas. Foi na então colônia inglesa de Boston, onde festejar o 25 de dezembro virou uma prática ilegal entre 1659 e 1681. O lugar que se tornaria os EUA, afinal, tinha sido colonizado por puritanos ainda mais linha-dura que os seguidores de Cromwell. Tanto que o Natal só virou feriado nacional por lá em 1870, quando uma nova realidade já falava mais alto que cismas religiosas.


Tio Patinhas
Londres, 1846, auge da Revolução Industrial. O rico Ebenezer Scrooge passa seus Natais sozinho e quer que os pobres se explodam “para acabar com o crescimento da população”, dizia. Mas aí ele recebe a visita de 3 espíritos que representam o Natal. Eles lhe ensinam que essa é a data para esquecer diferenças sociais, abrir o coração, compartilhar riquezas. E o pão-duro se transforma num homem generoso.
Eis o enredo de Um Conto de Natal, do britânico Charles Dickens. O escritor vivia em uma Londres caótica, suja e superpopulada – o número de habitantes tinha saltado de 1 milhão para 2,3 milhões na 1a metade do século 19. Dickens, então, carregou nas tintas para evocar o Natal como um momento de redenção contra esse estresse todo, um intervalo de fraternidade em meio à competição do capitalismo industrial.
Depois, inúmeros escritores seguiram a mesma linha – o nome original do Tio Patinhas, por exemplo, é Uncle Scrooge, e a primeira história do pato avarento, feita em 1947, faz paródia a Um Conto de Natal. Tudo isso, no fim das contas, consolidou a imagem do “espírito natalino” que hoje retumba na mídia. Quer dizer: quando começar o próximo especial de Natal na televisão, pode ter certeza de que o fantasma de Dickens vai estar ali.
Outra contribuição da Revolução Industrial, bem mais óbvia, foi a produção em massa. Ela turbinou a indústria dos presentes, fez nascer a publicidade natalina e acabou transformando o bispo Nicolau no garoto-propaganda mais requisitado do planeta. Até meados do século 19, a imagem mais comum dele era a de um bispo mesmo, com manto vermelho e mitra – aquele chapéu comprido que as autoridades católicas usam.
Para se enquadrar nos novos tempos, então, o homem passou por uma plástica. O cirurgião foi o desenhista americano Thomas Nast, que em 1862, tirou as referências religiosas, adicionou uns quilinhos a mais, remodelou o figurino vermelho e estabeleceu a residência dele no Pólo Norte – para que o velhinho não pertencesse a país nenhum. Nascia o Papai Noel de hoje. Mas a figura do bom velhinho só bombaria mesmo no mundo todo depois de 1931, quando ele virou estrela de uma série de anúncios da Coca-Cola. A campanha foi sucesso imediato. Tão grande que, nas décadas seguintes, o gorducho se tornou a coisa mais associada ao Natal. Mais até que o verdadeiro homenageado da comemoração. Ele mesmo: o Sol.

Dia do sociólogo: 10 de dezembro

OLÁ PESSOAL!
Vamos conhecer um pouco sobre a profissão do SOCIÓLOGO.




O sociólogo quer olhar além do individualismo, tão comum a nossos dias, e se debruçar sobre a humanidade numa perspectiva integrada e global. Parabéns a esses profissionais!
Dia do sociólogo: 10 de dezembro

Profissional que utiliza de um conjunto de técnicas e métodos de pesquisa para o estudo das coletividades humanas e interpreta os problemas da sociedade, tendo com dever de lançar luz sobre os fenômenos sociais reais. Com atuação nas áreas de ensino, pesquisa e planejamento, consultoria e assessoria a ONGs, empresas privadas e públicas, partidos políticos, e associações profissionais, entre outras entidades. A formação profissional tem como matriz em Ciências Sociais e é estruturada por três grandes áreas: sociologia, antropologia e ciência política.

No Brasil, o dia destinado a comemorar a profissão de sociólogo é celebrado anualmente, desde 2009, em 10 de dezembro. A data foi proposta e votada na câmara federal em 15 de abril daquele ano e foi escolhida em alusão a data da assinatura do projeto de lei que regulamentação a atuação de sociólogos em todo o território nacional.
Todas as exigências e competência dos profissionais da área ficaram previstas na lei de número 6.888, assinada pelo então presidente da república João Figueiredo em 10 de dezembro de 1980. Até essa data, os pesquisadores e autores de ciências sociais não tinham qualquer segurança de exercer a sua profissão, já que essa não era considerada uma ocupação legal.
O estudo da sociologia e outras ciências sociais, no entanto, só se tornou obrigatório em instituições de ensino médio apenas em 2008. Sendo que isso ocorreu apenas após anos de luta dos profissionais da área para implantação dessas matérias.

Competências do Sociólogo:
1 – elaborar, supervisionar, orientar, coordenar, planejar, programar, implantar, controlar, dirigir, executar, analisar ou avaliar estudos, trabalhos, pesquisas, planos, programas e projetos atinentes à realidade social;
2 – ensinar Sociologia Geral ou Especial, nos estabelecimentos de ensino, desde que cumpridas as exigências legais;
3 – assessorar e prestar consultoria a empresas, órgãos da administração pública direta ou indireta, entidades e associações, relativamente à realidade social;
4 – participar da elaboração, supervisão, orientação, coordenação, planejamento, programação, implantação, direção, controle, execução, análise ou avaliação de qualquer estudo, trabalho, pesquisa, plano, programa ou projeto global, regional ou setorial, atinente à realidade social.

Principais áreas de trabalho.

É bastante comum as pessoas pensarem que um sociólogo trabalha apenas dando aulas. Isso, no entanto, não é verdade. Eles podem atuar em diversas áreas, seja no setor público ou privado. A principal área de atuação de um profissional da sociologia é na docência.
Outro campo de atuação muito procurado por profissionais da área é na pesquisa. Uma curiosidade é que a pesquisa é considerada por muitos profissionais como sendo a principal função de um sociólogo. Além disso, as pesquisas podem abranger diversas áreas. Como no campo social, eleitoral, científico ou sobre o mercado de trabalho e opinião pública sobre determinados assuntos, por exemplo.
Os resultados destas são muitas vezes utilizados como base para a elaboração de políticas públicas ou melhora nas campanhas de empresas.
Por fim, um sociólogo pode trabalhar assessorando partidos políticos e empresas. Além de poder trabalhar escrevendo textos com cunho político para publicações ou ainda coordenar a criação e execução de diversos projetos sociais.

Os principais nomes da sociologia no mundo?

A sociologia é um campo de estudo bem recente na história da humanidade, tendo surgido apenas na metade do século XIX. No entanto, já houve diversos nomes que se tornaram importantes por conta de suas pesquisas e colaborações no entendimento da sociedade atual. Os principais são:



·         Augusto Comte, que cunhou o termo sociologia em 1838.
·         Karl Marx e Friedrich Engels, que escreveram as obras “O Capital” e “O manifesto comunista”.
·         Émile Durkheim, que é considerado um dos pais da sociologia e fundou em 1904 o primeiro departamento voltados aos estudos dela no Reino Unido.
·         Max Weber, fundou em 1919 um departamento para os estudos da sociologia em uma universidade da Alemanha.
·         Pierre Bourdieu, que estudou sobre a sociedade moderna e as suas formas de desigualdade social e controle.
·         Theodor W. Adorno, que é considerado um dos principais nomes da escola de Frankfurt e um dos criadores do conceito batizado de indústria cultural.

A sociologia surgiu em uma época que a sociedade estava passando por profundas mudanças políticas, econômicas e sociais. Ficando marcada principalmente pela revolução industrial e pela revolução francesa.
Por isso, o filósofo francês Augusto Comte idealizou um novo campo de estudos que fosse capaz de unificar todas as esferas das relações humanas. Como por exemplo a  história, a economia e até a psicologia para entender as mudanças que estavam ocorrendo no período.
O termo sociologia é derivado da palavra em francês sociologie. Esta, por sua vez, é a junção do termo em grego logos, que significa ciência e da palavra em latim socius, que era traduzida como social


Principais sociólogos brasileiros

A sociologia é uma ciência que surgiu apenas em meados do século 19. No entanto, ela só começou a ser estudada no Brasil quase 100 anos depois, a partir de 1920 quando foram criadas as primeiras escolas de sociologia.
No início, os principais estudos de sociólogos brasileiros eram relacionados a desigualdade social. Além disso, eles falavam sobre as consequências da miscigenação ocorrida durante os anos do Brasil colônia e império. Sendo assim, os principais nomes e que são estudados até hoje são:
            
                   Gilberto Freyre
           Sérgio Buarque de Holanda
           Florestan Fernandes
          e Darcy Ribeiro

Importância do estudo da sociologia

A sociologia é uma matéria de extrema importância para o desenvolvimento humano, principalmente porque através dela os estudantes são ensinados a ter pensamento crítico e a entender qual lugar eles ocupam na sociedade em que vive e quais as consequências disso nas relações sociais.






20 DE NOVEMBRO DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA

OLÁ... ALUNOS DO CEEJA!
HOJE SE COMEMORA O DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA.
NO VOLUME 2 DO CADERNO DO ALUNO PODEMOS NOS APROFUNDAR SOBRE OS CAMINHOS TRILHADOS PELOS MOVIMENTOS SOCIAIS E COMO OS DIREITOS FORAM CONQUISTADOS NO BRASIL, POR MEIO DA MOBILIZAÇÃO DA POPULAÇÃO.

O dia 20 de novembro faz alusão à consciência negra com propósito de ressaltar a importância de valorizar um povo que contribui para o desenvolvimento da cultura brasileira. Além de ser também uma homenagem a Zumbi, o último líder do Quilombo dos Palmares, que foi morto por não aceitar a escravidão que foram submetidos. No decorrer da história, os negros não foram tratados com respeito, foram escravizados, viveram situações precárias e condições desumanas. A abolição da escravatura, só foi assinada em 1888, mas os negros sempre resistiram e lutaram contra a opressão e as injustiças decorridas da escravidão. Desde então, a conquista da liberdade e da igualdade por direitos dos negros, nunca acabou. Por essa razão, no dia 9 de janeiro de 2003, a Lei Federal 10639 concedeu o “Dia Nacional da Consciência Negra”, a fim de homenagear todos que lutaram pelos direitos, lembrar o quanto os negros sofreram desde a colonização do Brasil e todas suas conquistas. A data é uma celebração do orgulho do povo negro, o orgulho de ter sobrevivido! E também, é uma forma de relembrar como é importante refletir sobre a posição dos negros na sociedade, na história e na cultura do nosso país. 

TERCEIRA AULA DO PROJETO MÍDIAS E CIDADANIA

OLÁ PESSOAL !

A terceira aula do nosso projeto foi ótima!

Os alunos que participaram ficaram alarmados com tanta tecnologia existente, percebendo através das abordagens da professora Taís,  o quanto os estudos e o aprimoramento nessa área tecnológica são necessário para se inserir no mercado de trabalho atual.

As novidades que estão ocorrendo afetam todas as profissões, portanto, para que não fiquemos para trás, vamos conhecer um pouco mais sobre essas novidades.

Acesse o link : https://youtu.be/oDcgWE_3VII




Agradecemos a participação e o interesse de nossos alunos no projeto,  Mídias e Cidadania, que vem caminhando com muitas novidades e informações, com o intuito de trazer mais conhecimento aos nossos alunos para que possam entrar ou se manter no mercado de trabalho atual, que está tão competitivo.


CIDADANIA É UM DIREITO EXERCÊ-LA É NOSSO DEVER.

OLÁ, PESSOAL!

 HOJE, VAMOS APRENDER A EXERCER A NOSSA CIDADANIA, ATRAVÉS DO EXERCÍCIO E DO DEVER DO CIDADÃO, QUE  PRATICADO COM CONSCIÊNCIA POR TODOS NÓS É QUE IREMOS AJUDAR A TRANSFORMAR A SOCIEDADE EM QUE VIVEMOS.
A CIDADANIA É EFETIVA QUANDO TEMOS CONSCIÊNCIA DE NOSSOS DIREITOS E DEVERES, SABENDO EXIGI-LOS E EXERCE-LOS, SENDO ELES, CIVIS , SOCIAIS E POLÍTICOS.  

 FAZENDO UMA ANALOGIA:
QUANDO QUEREMOS EMAGRECER, FAZEMOS EXERCÍCIOS FÍSICOS E MUDAMOS NOSSOS HÁBITOS ALIMENTARES, COM DIFICULDADES É LÓGICO, MAS, COM PERSISTÊNCIA E DETERMINAÇÃO, CHEGAMOS AO RESULTADO PRETENDIDO.
POR QUE NÃO FAZERMOS O MESMO, COM RELAÇÃO A NOSSA PARTICIPAÇÃO NAS TRANSFORMAÇÕES QUE SÃO NECESSÁRIAS EM NOSSA SOCIEDADE?

ENTÃO VAMOS LÁ PESSOAL!

INICIANDO COM OPINIÕES NOS PROJETOS DE LEI, PROPONDO IDEIAS PARA UMA NOVA LEI E PARTICIPANDO DOS DEBATES NO SENADO FEDERAL... QUE TAL?

Desde 2018, mais de 7 mil pessoas participaram pela internet de centenas de eventos no Senado. Os senadores responderam perguntas ao vivo em mais de 60% desses eventos.
Para participar Basta fazer um cadastro simples no Portal e-Cidadania, utilizando e-mail válido, ou conta do Facebook ou do Google, no endereço www.senado.leg.br/ecidadania ou SENADO FEDERAL

No Portal, o cidadão também pode enviar ideias legislativas para criação de novas leis e opinar sobre todos os projetos de lei em tramitação no Senado.

QUE TAL EXERCER NOSSO DEVER PARA EXIGIR O NOSSO DIREITO COM CONHECIMENTO E SEGURANÇA?


SEGUNDA AULA DO PROJETO MÍDIA E CIDADANIA

OLÁ PESSOAL!
ESTAMOS NOVAMENTE AQUI, PARA CONVIDA-LOS A  PARTICIPAR DA NOSSA OFICINA DE MÍDIA E CIDADANIA QUE SE REALIZARÁ NO DIA 16/10/2019, JÁ,  EM SUA 2 ª AULA.

LEMBRANDO QUE A PRIMEIRA AULA FOI UM SUCESSO E QUE ESTAMOS ANSIOSOS POR SABER,  COMO SE DEU, A EXPERIÊNCIA SOBRE OS NOVOS CONHECIMENTOS ADQUIRIDOS EM NOSSA OFICINA DE MÍDIA E CIDADANIA.


ATÉ LÁ,... ESTAMOS ESPERANDO POR VOCÊS!

A PRIMEIRA AULA PRÁTICA FOI UM SUCESSO!

OI pessoal!
A aula especial sobre mídias digitais foi um sucesso!!!
Os alunos estavam muito interessados, nessa primeira aula foi dado orientações sobre a cidadania digital que é importantíssimo para que as pessoas adquiram atitudes comportamentais respeitosas com relação as postagens, curtidas,compartilhamentos e comentários que são feitos nas redes sociais.
Além disso, teve a aula prática de como abrir um e-mail e como enviar mensagens.
A próxima aula no dia 16/10, vai ser interessante tanto quanto, pois, vamos continuar na prática, com as redes sociais, Facebook, Twitter, etc. 






 



                                                                          




"A VERDADEIRA HISTÓRIA DO NATAL"

OLÁ PESSOAL! A NOSSA FORMATURA FOI UM SUCESSO. O FIM DO ANO DE 2019 ESTÁ CHEGANDO... DESEJAMOS A TODOS UM LINDO NATAL,  COM MUITA SAÚDE,...